H oje Luiz Domingues traz uma ótima matéria sobre a revista Pop, que apesar de falar sobre grandes nomes da música da década de 70, já tinha um formato mais próximo das revistas que temos nos dias de hoje. Boa leitura, e descubra, ou relembre mais essa relíquia brasileira! Ao contrário de outras publicações inspiradas em preceitos contraculturais acentuados, a revista "Pop", editada pela Editora Abril Cultural, adotou desde o início, um outro rumo. Muito mais inspirado no modelo norte-americano pró-establishment, centrou suas baterias no modelo do jovem classe média e preocupado com moda, comportamento, escolha de carreira, dúvidas sobre sexo, questões escolares e afins. De uma certa maneira, pode-se dizer que a "Pop" antecipou em quatro décadas, o universo jovem que a Globo retrata em sua novela permanente, "Malhação". Mas, como foi criada no início dos anos setenta, mesmo não tendo o melhor enfoque, estava numa época sensacional sob o ...
Olá meus amigos! Em mais uma viagem da nossa máquina do tempo, iremos voltar para o início dos anos 80 e acompanhar a história daquela que foi uma das mais importantes rádios rock do Brasil. A Fluminense FM. Nos anos 70 duas emissoras tinham arriscado o rock. A Federal AM e a Eldorado FM ou Eldo Pop, (rádio onde trabalhava o lendário DJ já citado pelo nosso colaborador Luiz Domingues, Big Boy). Essas rádios representavam a cultura alternativa dessa época de repressão. Com uma curta trajetória, infelizmente, terminaram suas atividades no fim da década de 70. No início dos anos 80, mais precisamente em 1981, o grupo Fluminense, que era o maior veículo da imprensa escrita do estado do Rio de Janeiro, testou uma nova emissora FM. O jornalista Luiz Antônio Mello estava bolando um programa de rock, o “Rock Alive”, e acabou mudou o estilo da rádio, que quase se transformou uma rádio romântica. No dia primeiro de março de 1982, em Niterói (RJ...
Muito antes de revistas como Showbizz e 89 Fm aparecerem, outras revistas precursoras sobre o assunto apareceram por aqui, com uma linguagem inovadora e jornalistas que mudaram a forma de falar sobre o rock n' roll. Segue abaixo um texto incrível de Luiz Domingues sobre essa era setentista de ouro que nós amamos. O jornalismo cultural brasileiro já havia dado mostras de seu poderio criativo anteriormente e se não fosse uma época difícil políticamente falando, certamente teria feito com que publicações extintas como o Bondinho, a versão brasileira da revista Rolling Stone e outras, tivessem sobrevivido. Público consumidor e entusiasta, existia e a sede por informação por parte da juventude, era enorme. E foi assim que no segundo semestre de 1974, nascia no Rio de Janeiro, uma revista musical centrada no Rock, como carro chefe, mas aberta à outras manifestações musicais, também. Editada por uma pequena editora (Mandacaru), mas formada por um staff de cabeç...
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